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Órbita a Plutão Anão, numa BMX. Com o E.T.

Casa vazia, tempo nas mãos. Um luxo nos dias que correm. Um luxo ao qual já não estou habituado – e nem convém habituar, visto ser apenas um pequeno devaneio naquela que é uma rotina bem oleada de uma jovem família (a resumir já de seguida).

Por entre esses minutos a mais com que o meu dia foi abençoado, tive a oportunidade de ver e beber o Stranger Things – qual love letter a todos aqueles filmes que fazem parte do meu imaginário infantil da década de oitenta e pelos quais nutro imenso carinho. E tive tempo de me re-inspirar naquele mundo de neons, BMX e sintetizadores. God damn.

Tive também oportunidade de voltar a tirar o pó a Plutão Anão, a fazê-lo rodar pela segunda vez em dois anos. O resultado está aqui. O cartaz, qual eighties movie, está ali. Façam boa viagem.

Debaixo do Alpendre

Debaixo do Alpendre

Será, com certeza, uma tarde bem passada.

Plutão Anão #62

Para além da minha paixão eterna pelo disco e todo o seu formato físico, ao longo dos últimos dois anos tenho aprendido imensamente fóruns por aí a fora sobre as diferentes técnicas de gravação, produção e, especialmente, masterização de discos. Todas as diferenças que as nuances nessas técnicas podem provocar, o digital versus o analógico, as variações na qualidade do vinil utilizado, os ‘loud’ wars dos últimos anos, a variação dinâmica, etc. etc. Não vou perder mais do vosso tempo a falar disto aqui, mas sim apenas resumir-me a um conselho para vós: façam um favor a vocês mesmos e ponham os olhos no documentário ‘Sound City’ de Dave Grohl, estreado no Sundance Festival em Janeiro passado e com uma banda sonora inédita (com pontos muito altos a meias com momentos menos bons) estreada há dias no final de Março. Creio que tudo o que diz respeito às palavras feias que escrevi ali em cima é retratado e explicado de uma forma sublime. E por gente boa. O que só torna a coisa ainda mais apetitoso. E enquanto isso, podem passar pelo mais recente programa do Plutão Anão, onde passamos em revista os 42 de vida da Sound City Studios, a meias com os melhores momentos da banda sonora do documentário de Grohl. Não se arrependerão.

Durante os seus 42 anos de vida, da Sound City Studios saíram alguns dos álbuns mais importantes do cancioneiro rock e pop. Influências que se viriam a perpetuar até aos dias de hoje e que, apesar do fim daquele espaço simbólico, não deixarão de continuar a honrar e espalhar o seu legado. Inspirados pelo documentário ‘Sound City’ de Dave Grohl, no mais recente Plutão Anão pusemo-nos à (re)descoberta de vários dos trabalhos que carregam consigo a herança daquele som analógico mítico. Isto tudo, entrelaçado com os melhores temas da banda sonora do mesmo documentário. Para escutar no Plutão Anão #62. Boa viagem.

Plutão Anão #62 – Sound City, a rodar aqui.

Plutão Anão #61

Milford on Sea tem uma prainha que é um mimo. Não tem as areias reconfortantes como aquelas que banham a nossa bela costa Portuguesa, nem é prendado com falésias de cortar a respiração ou um mar que puxe à tranquilidade ou à aventura nas ondas. Mas tem o seu quê de fascínio e de personalidade própria, dando casa a muitos kite-surfers e barracas que, com certeza, ganham grande vida no verão, permitindo o contraste absoluto entre as suas pintadas cores e a pele palidamente branco das gentes desta terra. Um belo spot para se visitar. E para fotografar para o mais recente cartaz do Plutão Anão. O programa, número 61, já se encontra no ar para escuta.

http://plutaoanao.com/2013/03/26/plutao-anao-61/

No próximo programa, daremos exclusividade à Sound City Studio. Mas por ora,

O ano de 2013 tem tido o começo fenomenal no que a novos lançamentos concerne. Qualquer coisa como o verão de 2005 foi para a colheita de vinhos tintos, a nosso ver! E apesar de não conseguirmos dar conta do recado no que a tudo que mereça passar pela nossa órbita, esforçamos-nos para pelo menos minimizar os estragos. Isto, claro está, polvilhado sempre com os clássicos. Mistura perfeita. Façam muito boa viagem.

Plutão Anão #60

Faço aqui uma pequena interrupção na emissão.

As minhas energias criativas não têm estado focadas no Plutão Anão, confesso. Isso, aliado a ter andado com a casa às costas nos últimos meses, para além do acontecimento mais importante da minha vida estar ao virar da esquina, tem levado a que algo fique obrigatoriamente posto de parte por uns tempos. Neste caso, o elo mais fraco foi o podcast. Num mundo com Spotifys, Youtubes e afins, os podcasts passam a viver o mesmo destino que os blogs – few and far between. Mas, por enquanto, ainda nos vamos aguentado por cá. E assim sendo, e cumprindo a tradição desde do primeiro ano do Plutão Anão (já lá vão seis anos… damn), abrimos o novo ano com a revisão do melhor que se fez o ano passado, conforme o resultado da votação por parte dos nossos ouvintes. E o resultado está aí. Boa viagem.

Por estas bandas, regressaremos aos vídeos dentro de momentos.

Plutão Anão #60 – Melhores 2012, a rodar e para escutar aqui.

Plutão Anão #59

É chegada aquela que é a minha altura favorita do ano. Bem sei que é um dos clichés mais batidos, mas para mim o Natal ganha uma importância cada vez maior porque se trata, em muitos casos, na única oportunidade do ano em estar com familiares e amigos que a distância física separou. E tendo em conta que não tive a oportunidade de me deslocar à cidade pequena o ano passado para precisamente o Natal celebrar, este ano tornou-se ainda mais especial.

Mas apesar disso tido, não terminamos o ano no Plutão Anão com um programa exclusivamente dedicado ao tema. Simplesmente porque o fizemos em em 2010 e, muito sinceramente, a colecção de canções de Natal recolhidos naquele programa é tão completo que ainda é difícil melhorá-lo.´
Isto em nada implica que não estejamos em modo de Natal – porque estamos – e vai daí, o cartaz do último programa não poderia deixar de fora essa temática. Um cartaz ‘ao vivo’, algo simples de fazer e que me deu um prazer especial em realizar. Creio que vem aí uma lufada do mesmo género para os próximos cartazes, visto puxar pela criatividade, trabalhos manuais e fotografia. Nada mau, para um poster. Este específico foi fotografado na minha rua ontem à noite já bem tarde, fazendo uso de uma do imenso número de árvores de Natal colocados pelo borough. Todos eles verdadeiros.
E assim sendo, deixo-vos com a descrição daquilo que podem escutar no último Plutão Anão do ano. Voltaremos em 2013 com a já tradicional revisão da lista dos melhores álbuns produzidos este ano, eleição para o qual podem contribuir votando em plutaoanao.com. Até 2013 e a todos os nossos ouvintes, um fantástico e celebrado Natal.

Plutão Anão #59 – Programa :: 59

O Plutão Anão fecha o ano de 2012 passando pelas reedições recentemente lançadas no final deste ano – todas elas grandes (e desejadas!) reedições. Entre elas, escutamos o terceiro e último álbum de Nick Drake – ‘Pink Moon’ – que levou um tratamento de enorme qualidade; passamos ouvidos pela reedição em stereo e vinil do catálogo todo dos Beatles e olhamos para a camada rosa-mármore que essa obra prima orgânica e melancólica que é o ‘Sea Change’ do Beck, levou. Isto tudo enquanto ouvimos o último (de sempre?) concerto dos enormes Led Zeppelin no O2 em 2007, lançado há dias com ‘Celebration Day’. Mas não só de reedições se faz este programa – rodamos também por alguns trabalhos que certamente figurarão nessas listas de final de ano, nomeadamente o longa duração de estreia das The Staves ou esse portento de energia que é o segundo álbum dos Japandroids – ‘Celebration Rock’. Isto tudo, entre outros temas, que poderão escutar em plutaoanao.com. E ao passarem por lá, não se esqueçam de dizer de vossa justiça no que aos vossos trabalhos favoritos de 2012 diz respeito. Boa viagem e feliz Natal a todos os nossos ouvintes.

Plutão Anão #58

Em Abril de 2011 abri as comportas ao mundo do vinil. Até então, apesar da tentação ser imensa, sempre conseguir controlar o desejo de me iniciar como deve ser naquele mundo, porque já sabia no que viria a dar. Seria tipo Pringles – ‘once you pop, you can’t stop’. E foi mesmo.

Até então, já tinha uma colecção respeitável de álbuns em CD, misturados esporadicamente com discos de 12 e 7 polegadas. Mas com o advento do Record Store Day, campanha mundial das editoras e lojas de discos independentes, aguentar as comportas do vinil tornou-se incomportável. A cedência deu-se com a aquisição da reedição do ‘Hormoaning’ dos Nirvana o ano passado e desde então que tenho desviado as minhas atenções do CD para o vinil – um upgrade autentico em termos de experiência, pois descobrir primeiras prensagens ou prensagens do Japão ou edições masterizadas por X ou Y em nada se compara com a experiência digital e desprovida de pó que é o CD.

Inspirado assim nesse balanço e depois algumas semanas a explorar o catalogo em vinil da musica Portuguesa (‘Cavaquinho’ de Júlio Pereira ou a edição em vinil – pela primeira vez – limitada a 300 copias dos primeiros três álbuns dos Dead Combo, por exemplo), o poster que produzi do mais recente programa do Plutão Anão, dedicado precisamente à música nacional, tenta encorporar o álbum (neste caso uma edição audiofila de 180g, 45 rpm, eheh) e a Portugalidade num só, com a típica toalha de mesa nacional como pano de fundo.

Podem escutar o mais recente programa do Plutão Anão – Canção Portuguesa aqui, onde vos convido também a fazerem uso do vosso direito de voto, ajudando-nos dessa forma a escolher os dez melhores álbuns deste ano que agora finda. Fica, como sempre, a transcrição do programa em si. Boa viagem.

Incursão pelo mundo da música Portuguesa, dando algum destaque à nossa Guitarra Portuguesa – mas não só. Passamos os ouvidos também pelos primeiros passos do rock nacional, pelo rock progressivo e pelo surf rock que se produzia em Portugal na década de 60, assim como nomes actuais do panorama musical que nos levaram ao upgrade no século XXI.

It’ll be all about the music that night

Finalmente uma noite voltada apenas para duas guitarras acústicas e muitas vozes de amigos. Nada mais vai contar naquela noite. Tudo isto na companhia de uma lareira e umas garrafas de vinho. Já era sem tempo, digo.

Para se ver / ler ao som do tema* em cima, se faz favor.

 

*Dead Combo, ‘Esse Olhar que Era Só Teu’, Lisboa Mulata, 2011.

PLUTÃO ANÃO #56

Aqui por Londres o verão está long gone e entramos definitivamente no tempo de Outono. Porventura nunca chegamos propriamente a entrar exactamente no verão, o que torna este ambiente ainda mais deprimente. E com a mudança para a hora de inverno aí mesmo à porta, os dias curtos estão mesmo a chegar e só vai apetecer estar resguardado por casa. E como tal, decidi criar um companheiro ideal precisamente para esses momentos – o programa nº. 56 do Plutão Anão. O cartaz, desta feita, não se baseei em nenhuma fotografia minha. Mas aqui usei a font Helvetica pela primeira vez, inspirado no documentário com o mesmo nome, que vi hoje de manhã (obrigado Tiago pelo tip). Terei, seguramente, oportunidades em futuros cartazes para dar a minha perspectiva de uso desta fonte tão comum. E assim vos deixo, com a transcrição da descrição deste mais recente programa. Espero que gostem.

Abrimos mais um de Plutão Anão, desta já envolto pelo autêntico ambiente de Outono que já se faz sentir por Londres. Inspirados por esse mesmo ambiente, damos passagem a temas mais calmos, companheiros perfeitos para uma noite de chuva a bater no vidro, luz fusco e o calor de uma manta e fones nos ouvidos. Por entre temas instrumentais dos Calexico, Electrelane e Danger Mouse & Daniele Luppi, fazemos uma passagem por algumas vozes do folk Inglês (uma delas em estreia), fazendo igualmente passagens por outros temas de baixa rotação, mas de guitarra em punho. Venham connosco então dizer o adeus definitivo ao verão, e entrar calmos e descontraídos no Outono.

PLUTÃO ANÃO #55

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Poster e banner acabado de produzir para o último programa do Plutão Anão antes das férias. Baseado numa fotografia minha tirada há três semanas em Richmond, num solarengo fim de semana. Quando o sol raia por estes lados (coisa rara), o que apetece é isso mesmo: estatelar na relva, fechar os olhos e deixar a música fazer o resto. Cá fica entao o resumo do programa número 55 do meu podcast, que pode ser escutado aqui. Boas ferias.

Despedimo-nos para as férias de verão com uma selecção de canções sem qualquer tipo de fio condutor – seleccionadas apenas porque nos apeteceu escutá-las de novo. As oldies, as cool, e as cheesy. No programa número 55 do Plutão Anão, há um pouco de tudo. E assim, com banda sonora para o final do verão feita, nos despedimos ate Outubro. E já ali.

PLUTÃO ANÃO #54

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De uma sessão de fotos tirada à minha prima Daisy em Richmond Park, resultou o poster mais recente do Plutão Anão. A aliar ao poster, dois fantásticos jingles gravados para o mesmo programa por ela, com estreia neste número 54. Thanks a bunch, little princess.

Como de costume, fica um excerto do que podem ouvir e o link ao programa em si. Enjoy.

O programa número 54 inicia com escuta rápida sobre o blues, emparelhando um nome histórico (Peter Green e os seus Fleetwood Mac) com uma promessa da cena – o inglês Jake Bugg.

Passamos pelo novo trabalho dos Blur, Grizzly Bear, Tame Impala, The XX enquanto damos também a conhecer os Two Wounded Birds. Tudo isto temperado com Buzzcocks, U2 (avec Johnny Cash) e Beth Gibbons, entre outros. Façam-nos companhia nesta 54ª viagem.

Para escuta: Plutão Anão #54.

Plutão Anão #53

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Para o cartaz do mais recente Plutão Anão, tirei várias fotografias ao ‘estúdio’ cá de casa. Não está forrado de isolamento de som nem está totalmente recheado de microfones, mas não me posso queixar – tenho espaço suficiente para no mesmo local fazer coabitar a maquinaria do Plutão Anão, os instrumentos de música (e espaço para os tocar) e a bicicleta. Para além do mais, tenho acesso a luz natural. Not bad. Not bad at all.

Fica então o resumo escrito deste novo programa, já disponível para escuta aqui.

Regressamos para mais um órbita a Plutão Anão, a quinquagésima-terceira. Este programa é dominado fortemente por temas saidos há poucos dias, poucas semanas ou poucos meses, aqui e acolá misturado com alguns temas clássicos que não deixarão nunca de rodar por casa. Por entre os inevitáveis The Walkmen ou Jack White (dois dos nossos álbuns preferidos deste ano), deitamos luz sobre o progressive bluegrass dos Punch Brothers ou do spacerock dos Spiritualized, entre outros.

Apertem os cintos. A viagem está prestes a começar. Just press play.

 

plutão anão #52

É este o cartaz que acabei de fazer para o meu primeiro programa do Plutão Anão inteiramente dedicado aos blues – programa número 52. E apesar de o cartaz ter sido feito, assumidamente, à pressa por falta de tempo (a ida à gravação do programa ‘Later… with Jools Holland’ à BBC ontem à noite alterou-me os planos, mas por uma boa causa!), o programa em si não poderia ter sido mais ponderado.

Apesar de saber que os blues não são ao gosto de todos, é um género pelo qual tenho ganho um fascínio muito grande de há dois ou três anos para cá. Um dos impulsionadores desse fascínio foi, sem dúvidas, a descoberta pormenorizada da génese dos Fleetwood Mac, orientados por esse génio (sim, génio) da guitarra e dos blues que é o Peter Green. Longe, muito longe, do pop que acabou por caracterizar os Fleetwood Mac nas décadas de setenta e oitenta, pós-Peter Green. Para além disso, a possibilidade recente de poder tocar um pouco do género em jams com o Pedro, André e Filipe (com o servente Sopas em bom caminho), aos quais dedico este programa.

Na verdade, o blues está na génese da música que mais gosto. E não fazia sentido não o explorar e depois dedicar-lhe um programa. E, na realidade, talvez acabe depois por haver um ouvinte do podcast que acabe por descobrir que também gosta dos blues e outros que os consigam ver por entre todas as produções da música rock actual que escutam. Sim, porque ele está lá.

Fica em seguida a reprodução do resumo do programa no itunes

Finalmente fazemos justiça devida no Plutão Anão e dedicamos um programa inteiramente ao movimento que continua a inspirar, mais de cem anos depois, a base da maioria da música que pelas nossas colunas é projectada: os blues.

Nascido nos estados do sul dos Estados Unidos, o blues foi passando de mãos-em-mãos (ou de dedos-em-dedos) desde dos campos trabalhados pelas comunidades afro-americanas, popularizado por uma das suas maiores (e primeiras) figuras – Charlie Patton – até ao blues contemporâneo dos The White Stripes, por exemplo.

E é a essa viagem, desde 1923 até aos nossos dias de hoje, a que fazemos órbita no nosso programa mais recente. Uma carta de amor pessoal a um género que mais fascínio me provoca, à medida que mais acordes vou escutando.

Façam o favor de puxar a vossa cadeira e sentarem-se aqui na varanda. A viagem está prestes a começar.

plutão anão #51

Este é o cartaz que fiz para o mais recente programa do meu podcast (Plutão Anão), programa número 51, baseado numa das várias fotos que tirei na estação de comboios de Caxarias. Segue a descrição do que se pode ouvir neste Plutão Anão.

Dobramos os 50 programas e seguimos órbitra rumo à 51ª viagem. Por este programa, passamos os ouvidos pelas guitarras dos The Black Keys e Jack White, por exemplo, e escutamos o regresso dos riffs dos Soundgarden. Damos ouvidos ao dueto entre Florence & Josh Homme, seguindo os passos de Johnny Cash & June Carter, enquanto Patrick Watson regresso para mais um álbum. Terminamos esta viagem com uma passagem pelo tropicalismo dos Rocket Juice & the Moon e dos portugueses Gala Drop, terminando com o dream-pop dos Chromatics e Beach House. Ou seja, temos algo para todos os gostos.

Please fasten your seatbelts and have yourself a lovely journey, will ya?